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04/07

Escola Recebe Intercambista da Itália
No dia 08 de agosto de 2018, a Escola Técnica Bom Pastor, recebeu o intercambista Francesco Alberini, da Itália...

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No dia 08 de agosto de 2018, a Escola Técnica Bom Pastor, recebeu o intercambista Francesco Alberini, da Itália. Durante quase, um ano, a escola conviveu com este grande jovem, que trouxe um pouco de sua cultura e vivências e que teve um período de muitas aprendizagens e descobertas. Francesco veio ao Brasil através do programa AFS.

A entidade AFS está comprometida em ajudar os jovens a fazer intercâmbio, independentemente da sua situação financeira. Nosso objetivo com essas ações é promover um impacto significativo e oferecer uma oportunidade única na vida das pessoas. É por isso que o AFS trabalha com patrocinadores corporativos e doadores individuais para ajudar a financiar programas de intercâmbio através de bolsas de estudo integrais e parciais. Texto retirado do site: https://www.afs.org.br/ (acesso em 07 de maio de 2019).

Hoje, dia 27 de junho de 2019, nos despedimos dele, que retorna para a sua família, sua escola, seus amigos e seu país. Não teremos mais a convivência diária, mas a amizade que cultivamos iremos levar para sempre. Agradecemos pelo convívio com Francesco, por aprender e sorrir durante todo esse tempo em nosso meio. Segue a entrevista que realizamos nos últimos dias de permanência em nossa escola.

A seguir texto contendo uma breve entrevista realizada com o intercambista Francesco:

1)       De que cidade da Itália você vem?

A minha cidade na Itália chama-se Parma e está situada na região Emilia Romagna, ao norte.

2)       Quantos habitantes têm a sua cidade?

Cerca de 200 mil habitantes.

3)       Como é a estrutura de sua escola? Quantos alunos frequentam?

A minha escola na Itália é bastante grande, tem 3 pisos e acho que tem 500 estudantes.

4)       Você, além da escola, realiza outras atividades dentro dela?

É uma escola agrária como a escola  Bom Pastor.  No início ou no final nos mandam espairecer em algumas fazendas.

5)       Por que resolveu se candidatar para fazer o intercâmbio?

 Queria fugir da normalidade, o intercâmbio como eu fiz se pode fazer uma vez na vida então não podia dizer não.Conhecer um outro país, uma outra cultura  e conhecer um monte de novas pessoas.

6)       A viagem ao Brasil foi sua primeira experiência internacional?

Fiz um mini intercambio para Inglaterra ,também para ver como era.

7)       Como foi conviver com falantes da Língua Portuguesa? Tu tiveste algumas surpresas?

O italiano é um idioma latino como o português.  Não posso dizer pra vocês que foi fácil, mas algumas palavras são similares. Não foi um choque-cultural para mim.

8)       Quais foram as maiores dificuldades no início dessa experiência?

Com certeza era aprender o idioma e iniciar a socializar com os brasileiros, depois um mês, um mês e meio.  No começo, falava algumas coisas, as principais e, depois de um tempo, passei a aprender, todos os dias, novas palavras.

9)       Foi difícil se adaptar à língua, à cultura e à alimentação brasileira? Não foi difícil se adaptar à língua.

Gostei muito da cultura, cheia de tradições incríveis, como o churrasco e a caipirinha, coisas que nunca vou esquecer. Não foi difícil porque gostava mesmo, então era tudo divertido, engraçado pra fazer. Gostei também da comida, mas estou sentindo falta de uma pizza italiana, mas também vou sentir falta da pizza doce.

10)    De todos esses momentos no Brasil, o que mais te marcou como pessoa?

Aprendi a não escutar os comentários das pessoas. Importando-me com aquilo que eu penso e talvez com aquelas pessoas que amo.

11)    Cite pontos positivos e pontos negativos destes meses de convivência com amigos e familiares.

Positivos: churrasco, roda de chimarrão para socializar, calor do povo brasileiro, achar amigos incríveis, ter uma família brasileira perfeita pela pessoa que eu sou e muitos outros pontos que, quando estou escrevendo, não consigo lembrar. Negativos: às vezes os brasileiros não sabem quando parar de brincar. Só isso, no mais tudo perfeito.

12)    O que você tem a dizer sobre a Escola Técnica Bom Pastor?

 A Escola Técnica  Bom Pastor, como ja falei, foi uma grande parte da minha experiência. Estava falando disso com meus pais outro dia, a escola é muito boa, organiza sempre eventos e atividades diversas para os alunos. Tem até uma nutricionista no refeitório, que por verdade é muito bom, os professores, os alunos e o folhado de frango da cafeteria.

13)    Foi difícil a adaptação à escola e o convívio com os colegas?

 Absolutamente não, foi tudo ótimo.

14)    Se você pudesse, ficaria mais tempo no Brasil?

Não, no sentido que eu sabia o dia que ia chegar no Brasil e o dia que ia embora. Tinha o objetivo de fazer mais coisas, de aprender mais coisas possíveis neste tempo. Tenho amigos, tenho uma família, tenho uma mãe que está chorando desde o dia que peguei o avião. O meu tempo aqui, como intercambista acabou, mas se vocês me permitem agora eu me sinto brasileiro.  Então o Brasil é a segunda casa para mim e  vou voltar com certeza.

15)    Qual é a principal dica que você gostaria de oferecer a quem pretende ser intercambista?

Se você que está lendo PRETENDE de ser um intercambista não tenho muito pra te dizer, vai, mora em outro país, passe por essa experiência que vai te mudar pra sempre e será inexplicável. Mas se você que está lendo e ainda não pretende fazer o intercâmbio, então leia novamente o que escrevi, que são poucas  as palavras, mas são as que guardo para a vida inteira.

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